Programa da conferência
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Vista diária |
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Simpósio 7b - A floresta como promotora de saúde física, mental e bem-estar Localização: Auditório ESAC (Bloco E) Moderação/coordenação de sessão: Leónia Nunes Moderação/coordenação de sessão: Maria Conceição Colaço Moderação/coordenação de sessão: Inês Marques Duarte | |
| Apresentação 5 | |
Aldeias e Regionalismo: que futuro queremos? 1: Earth Watchers - B.A.&M.C. Comunicação Lda, Portugal; 2: Olegário - Packaging & Labels SA Aldeias e Regionalismo: que futuro queremos? (Simpósio 7) Autores e afiliações: Susana Carvalho1*, Vitor Baeta1, João Henriques Baeta2, José Carlos Baeta Coelho2 1.Earth Watchers - BA&MC Comunicação Lda. 2.Olegário - Packaging & Labels, S.A. * susana.carvalho@earthwatchers.net As aldeias do interior de Portugal, para além da sua importância histórica e cultural, tiveram no passado um papel fundamental nas dimensões económica, ambiental e social. Com uma população pobre, mas ativa, protegiam o território, cuidavam dos solos com uma agricultura de subsistência, conviviam com a floresta e os animais, que lhes davam o sustento. Comunidades capacitadas e solidárias, cujos saberes passavam de geração em geração, organizaram-se em coletividades, constituindo comissões ou sociedades de melhoramentos, definindo regras, prioridades e dialogando com o poder local para conseguir benefícios para o seu lugar. A Sociedade de Melhoramentos de Roda Cimeira é a mais antiga coletividade do concelho de Góis (e 2ª mais antiga do distrito de Coimbra), fundada em 1928, na aldeia de Roda Cimeira, freguesia de Alvares. A caminho do centenário, esta sociedade propôs à Câmara Municipal de Góis um projeto ambicioso e alargado ao concelho, com o intuito de unir esforços, através de trabalho de cooperação, para vencer alguns dos principais desafios desta região do interior. Com este projeto, pretende-se desenvolver um trabalho conjunto e em rede, respondendo aos diversos desafios, fortalecer uma economia local protegendo o território, capacitando as comunidades e tornando-as mais resilientes para o futuro, valorizando o papel das aldeias enquanto espaços de proximidade, resiliência e qualidade de vida. Tendo como público-alvo as coletividades e os residentes ativos das aldeias, o poder local, a academia, empresas, associações e ONGs, o programa pressupõe três fases: i) convocação - apresentar a ideia e reunir vontades. Identificar os interessados e selecionar os grandes temas a trabalhar (maio a julho2026); ii) mobilização - desenvolvimento dos projetos em equipas (set. 2026 a set.2027); e iii) implementação – 2028 em diante. Com uma metodologia de constituição de Grupos de Trabalho por temas, condução de workshops e reuniões presenciais e à distância, serão convidados especialistas externos, da academia e de outras entidades públicas e privadas, para apoio, orientação e monitorização contínuas. O resultado pretendido é a concretização e implementação de vários projetos, através de um Plano de Ação, com temas já previamente aprovados: Floresta, Água, Turismo de Natureza, Infraestruturas – energia e comunicações (tema transversal), e que se pretende apresentar e debater no âmbito deste congresso. A implementação dos projetos será feita a partir do 2º semestre de 2028, após apresentação numa Cimeira em Góis, aberta ao público em geral. A partir desta experiência, serão avaliados os resultados, através da análise de casos de sucesso e aspetos a corrigir, e apontar melhorias, assim como a necessidade de aprofundar ou estender os temas, introduzir novos temas, acolher mais coletividades e comunidades. | |