Programa da conferência
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Vista diária |
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Simpósio 2a - Floresta Urbana: conhecimento multifacetado para promover a resiliência Localização: Auditório Pequeno (H1.04) Moderação/coordenação de sessão: Leónia Nunes Moderação/coordenação de sessão: Ana Luisa Soares Moderação/coordenação de sessão: Inês Marques Duarte | |
| Apresentação 6 | |
Os dragoeiros em contexto urbano no Arquipélago da Madeira: hipóteses das causas de perda de vitalidade 1: Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, IP-RAM, Quinta Vila Passos, 9054-505 Funchal, Portugal; 2: Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, IP-RAM, Quinta Vila Passos, 9054-505 Funchal, Portugal; 3: Centro de Ecologia Aplicada "Prof. Baeta Neves", Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, Tapada da Ajuda 1349-017 Lisboa, Portugal; 4: Natureza Verde, Rua das Flores, 14, 4770-573, S. Cosme do Vale, Vila Nova de Famalição, Portugal; 5: Centro de Ecologia Aplicada "Prof. Baeta Neves", Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, Tapada da Ajuda 1349-017 Lisboa, Portugal No universo da globalização acelerada e crescente, a atividade fitossanitária florestal manifesta-se pela importância que a floresta encerra e a necessidade de a tornar mais resiliente às crescentes ameaças externas, tamponando a entrada de agentes bióticos nocivos através da prevenção e deteção precoce dos mesmos. No entanto, as ameaças podem também advir de fatores internos, impercetíveis e muitas vezes pouco questionados. Nos dragoeiros, a presença de raízes adventícias nas ramificações da copa, a clorose das folhas, a instabilidade dos caules, a resposta lenta à aplicação de fitofármacos, a morte de exemplares sem causa aparente, a inexistência de agentes bióticos nocivos nos tecidos analisados laboratorialmente, abre um amplo leque de múltiplas hipóteses que importa considerar e testar. A partir de um inventário de dragoeiros em vários locais, inlcuindo o recurso a imagens de drone, são consideradas várias hipóteses sobre as quais se desenvolveu o presente trabalho, nomeadamente: alelopatia, ensombramento da copa, alterações climáticas, condições edafoclimáticas, presença de agentes bióticos nocivos, e uso de fitofármacos. Este trabalho pretende conhecer as possíveis limitações que, atualmente, conduzem à perda de vitalidade dos dragoeiros em contexto urbano na Madeira. | |